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segunda-feira, 4 de maio de 2009

VENCER NO CIBERESPAÇO!


São muitos os desafios para uma empresa sobreviver no ciberespaço. Apesar do crescente número de visitas ao mercado virtual, o número de clientes está longe de se igualar ao número de visitas. Ou seja, apenas alguns visitantes se transformam em clientes e estes possíveis clientes tendem a ficar, como já se afirmou cada vez mais atentos e exigentes.

Isto cria um desafio para cada empresa, que terá a difícil missão de agregar valor à sua marca, seus produtos ou serviços e conseguir uma inovadora forma de tornar isto perceptível aos clientes, através do contato virtual, e não do costumeiro contado tangível.
Para tanto, observa-se que os consumidores dão preferência a marcas e produtos tradicionais e de comprovada credibilidade. Afinal, é mais fácil acreditar na imagem virtual daquilo que já se manuseou e se provou do que nas novidades oriundas exclusivamente do cibercomércio.
Uma das ferramentas de maior eficiência no e-commerce é o gerador de possibilidades, ou seja, um espaço virtual, onde o fornecedor poderá mostrar de maneira extremamente abrangente, todas as possibilidades para o seu cliente. Quanto maior o número de informações, maior a probabilidade de se atingir uma decisão de compra positiva.
Mas teriam as empresas no ciberespaço alguma vantagem sobre as lojas tradicionais?
Alguns aspectos mostram que sim. Entre eles estão: a disponibilidade horária de 24 horas por dia, todos os dias; a facilidade de acesso, uma vez que não é necessário deslocar-se até a loja, assim economiza-se tempo e dinheiro; o preço costuma ser, potencialmente, menor pois as empresas não precisam preoculpar com alguns gastos, como por exemplo, a apresentação física da loja.
Por outro lado, existem também algumas desvantagens como a espera para receber, pois não é possível levar a mercadoria imediatamente e o fato de não existir a possibilidade da tangibilidade.
O que se conclui de tudo isso?
Nota-se facilmente que as empresas têm focado suas negociações através do ambiente virtual, enquanto que os consumidores finais (pessoas físicas) utilizam a internet muito mais para busca de informações, que efetivamente para compras. No entanto, percebe-se que usuários freqüentes, tendem a comprar cada vez mais no espaço veitual.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Você sabia dessa proeza?

Pesquisando sobre assuntos para postar aqui, do nada acabei encontrando um muitíssimo interessante. Bom, se você é da área de TI (Tecnologia da Informação) deve saber o que é o Porto Digital, mas quem não é e ainda faz parte do pólo Sudeste do país talvez nunca tenha ouvido falar.


O Porto Digital é um pólo de desenvolvimento de softwares localizado em Recife, PE. Foi criado a quase 10 anos e possui um desenvolvimento acima da média nacional. Com uma infra-estrutura apoiada em 100 hectares, com 8 Km de fibra óptica e 26Km de dutos, desenvolve softwares para mais de 300 clientes desde o setor privado e multinacionais como a Motorolla e Nokia até mesmo para o setor público como a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária) e o Banco Central.
O crescimento do Porto Digital se deve ao fato de mais de 120 empresas estarem presentes no pólo, todas com patrimônios bem estruturados. Não obstante a presença de um grande número de faculdades com o curso de Ciência da Computação presentes no Estado facilitou o desenvolvimento. Recife está entre os maiores desenvolvedores de linguagem JAVA e é o único Centro Mundial de Excelência na Plataforma Java (C.E.S.A.R) e a Nokia, com Instituto Nokia de Tecnologia , quer tornar a região um referencial no desenvolvimento de aplicativos para Smartphones.
Possui o lado social com a Organização Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD) auxiliando na capacitação profissional de jovens e inclusão social na periferia de Recife. Além disso, existe também o lado de politicas internas para incentivo ao investimento, chegando a isentar empresas em até 60% do ISS.



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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Economia Gratuita

A minimização dos custos de infra-estrutura digital, como preços de armazenamento de dados e de conectividade, tendendo os custos a zero, tem permitido que os produtos digitais sejam oferecidos gratuitamente na web, surgindo assim a chamada Economia Gratuita.

Os serviços online podem atingir uma enorme quantidade de pessoas com um custo por usuário praticamente nulo, com isso os serviços conseguem virar totalmente gratuitos.
Mas o que torna essa tendência da economia gratuita em uma oportunidade para expandir os negócios na Internet?

Ao oferecer um produto ou serviço gratuitamente, é possível criar novas demandas que supririam os custos. Como exemplo mais comum temos a publicidade.
Muitos autores e músicos têm utilizado a economia do "grátis"como forma de publicidade,
disponibilizando capítulos de livros e álbuns musicais inteiros para download de maneira a divulgar seu trabalho, aumentando assim a venda de livros e de ingressos para shows.

Muitos se perguntam o que faz da Google um dos maiores portais de serviços da web.
Afinal, quem é que paga as contas da
Google, já que a maioria dos serviços online fornecidos por esta empresa são gratuitos?
Isso mesmo... a publicidade online proporcionada pela Economia Gratuita.

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Você entende a economia?


Para entender como a economia funciona primeiramente é necessário saber o que é a economia!

O termo economia provém das palavras gregas oikos (casa) e nomos (leis, regras, costumes) surgindo assim o termo "regras da casa".

Uma das definições mais utilizadas é a formulada por Lionel Robbins que diz que a economia é "a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos."

Sabemos bem que de fato o homem tem um número ilimitado de necessidades a serem satisfeitas, algumas necessariamente essenciais (alimentação, moradia, saúde, etc) já outras não tão cruciais, mas que mesmo assim são busca constante pelos homens em satisfazê-las. Para isso o homem se utiliza de recursos, tanto naturais como artificiais, mas que não são ilimitados como suas necessidades.

A escassez de recursos primordiais faz o homem procurar por usos alternativos. Se não houvesse escassez de recursos ou se houvesse usos alternativos para todos os recursos escassos não haveriam problemas econômicos, mas como sabemos não é o que ocorre.

A escolha de como utilizar os recursos e seus usos alternativos é o que interfere diretamente na economia. As decisões financeiras variam muito conforme o contexto social atual, como política, guerras e crises, por isso a economia é considerada por muitos como instável, pois um recurso hoje provavelmente não valerá o mesmo amanhã.


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