São muitos os desafios para uma empresa sobreviver no ciberespaço. Apesar do crescente número de visitas ao mercado virtual, o número de clientes está longe de se igualar ao número de visitas. Ou seja, apenas alguns visitantes se transformam em clientes e estes possíveis clientes tendem a ficar, como já se afirmou cada vez mais atentos e exigentes.
Isto cria um desafio para cada empresa, que terá a difícil missão de agregar valor à sua marca, seus produtos ou serviços e conseguir uma inovadora forma de tornar isto perceptível aos clientes, através do contato virtual, e não do costumeiro contado tangível.
Para tanto, observa-se que os consumidores dão preferência a marcas e produtos tradicionais e de comprovada credibilidade. Afinal, é mais fácil acreditar na imagem virtual daquilo que já se manuseou e se provou do que nas novidades oriundas exclusivamente do cibercomércio.
Uma das ferramentas de maior eficiência no e-commerce é o gerador de possibilidades, ou seja, um espaço virtual, onde o fornecedor poderá mostrar de maneira extremamente abrangente, todas as possibilidades para o seu cliente. Quanto maior o número de informações, maior a probabilidade de se atingir uma decisão de compra positiva.
Mas teriam as empresas no ciberespaço alguma vantagem sobre as lojas tradicionais?
Alguns aspectos mostram que sim. Entre eles estão: a disponibilidade horária de 24 horas por dia, todos os dias; a facilidade de acesso, uma vez que não é necessário deslocar-se até a loja, assim economiza-se tempo e dinheiro; o preço costuma ser, potencialmente, menor pois as empresas não precisam preoculpar com alguns gastos, como por exemplo, a apresentação física da loja.
Por outro lado, existem também algumas desvantagens como a espera para receber, pois não é possível levar a mercadoria imediatamente e o fato de não existir a possibilidade da tangibilidade.
O que se conclui de tudo isso?
Nota-se facilmente que as empresas têm focado suas negociações através do ambiente virtual, enquanto que os consumidores finais (pessoas físicas) utilizam a internet muito mais para busca de informações, que efetivamente para compras. No entanto, percebe-se que usuários freqüentes, tendem a comprar cada vez mais no espaço veitual.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
VENCER NO CIBERESPAÇO!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Home Broker: negócios com ações pela internet batem recorde no país
O sistema Home Broker, que começou a ser utilizado no Brasil há cerca de sete anos e que permite ao investidor aplicar em ações sem sair de casa ou do trabalho, atrai cada vez mais investidores no Brasil, em especial, nos grandes centros urbanos.
Segundo dados da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em 2006, o volume médio mensal de negócios cresceu 82,08%, passando de R$ 3,3 bilhões para R$ 6 bilhões. A média mensal do número de negócios subiu 78,47%, de 421,6 mil operações para R$ 752,4 mil. Já a média mensal do número de investidores aumentou 78,71%, passando de 34.843 para 62.266 acessos ao sistema.
Em dezembro, o Home Broker registrou mais cinco recordes históricos: volume total mensal, com R$ 7,8 bilhões; volume médio diário, com R$ 411,9 milhões; média diária de negócios, com 48.033; participação no número de negócios da Bolsa, com 25,57%; e investidores com ofertas colocadas, que chegou a 78.211.
A participação no volume da Bolsa apresentou pequeno recuo, ficando em 7,76%, ante o recorde de 8,15%, alcançado em novembro. O mesmo ocorreu com a média por negócio, que ficou em R$ 8,5 mil, ante os R$ 8,6 mil de novembro.
Em abril de 1999, apenas seis corretoras operavam com Home Broker. Hoje, são cerca de 50. Ainda assim, conforme lembra Marcelo Smarrito, diretor de marketing da corretora Ágora, "somente em 2002 é que a Bovespa começou a disponibilizar o canal para os investidores". De lá para cá, o crescimento tem sido exponencial. O volume negociado on line, que em 2003 era de R$ 10,6 bilhões, pulou para R$ 39,6 bilhões, em 2005.
Existe uma adesão cada vez maior das pessoas, experimentando a possibilidade de investirem no longo prazo, comprando ações através da internet. E esse cenário, a partir de 2005, tornou-se mágico, com a maturidade do mercado, das empresas e com as boas perspectivas da economia brasileira. O momento atual é o ideal para se investir, mas com muito critério e cuidado — aconselha.
A principal vantagem do Home Broker é a facilidade: o investidor não é obrigado a se dirigir a uma corretora para fazer suas movimentações. Para isso, basta se cadastrar em uma corretora e enviar as ordens de compra ou venda pela internet.
É uma alternativa segura porque, hoje, todas as operações de compra e venda de ações são on line ou seja, através de sistema eletrônico e não mais pelo pregão viva-voz. Então, quem não operar via Home Broker, terá de manter contato via telefone, ou por outro meio, com o seu corretor, para que a compra ou venda seja realizada.
Além dessa comodidade, o investidor conta com outros aspectos positivos como rapidez, segurança - nunca houve invasão de hackers no sistema - e descontos ou mesmo ausência de cobrança de corretagem, que é a taxa cobrada em operações de compra e venda de ações feita por intermediários.
RAPIDEZ - Em média, apenas alguns segundos após o envio de uma ordem ao mercado, já é possível saber se a compra ou venda foi efetuada. E, praticamente, logo em seguida - dependendo do processamento interno da Bovespa -, também se pode obter a fatura de compra e de venda, e saber o saldo saldo em conta corrente. Tudo com a maior segurança e com custo extremamente baixo.
RISCOS - Os riscos de operar via home broker são os mesmos inerentes ao mercado de ações; ou seja, ações são ativos de renda variável e, portanto, não oferecem ao investidor uma rentabilidade garantida, previamente conhecida. Assim, por não oferecerem uma garantia de retorno ao investimento, esse é um investimento considerado de risco.
RENTABILIDADE - A rentabilidade dos investidores é composta de dividendos ou participação nos resultados e benefícios concedidos pela empresa emissora, além do eventual ganho de capital advindo da venda da ação no mercado secundário (Bolsa de Valores). O retorno do investimento dependerá de uma série de fatores, tais como o desempenho da empresa, e comportamento da economia brasileira e internacional, entre outros.