Tudo o que você queria saber sobre e-commerce
Comércio eletrônico ou e-commerce, ou ainda comércio virtual, é um tipo de transação comercial feita especialmente através de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, um computador.
Conceitua-se como o uso da comunicação eletrônica e digital, aplicada aos negócios, criando, alterando ou redefinindo valores entre organizações (B2B) ou entre estas e indivíduos (B2C), ou entre indivíduos (C2C), permeando a aquisição de bens, produtos ou serviços, terminando com a liquidação financeira por intermédio de meios de pagamento eletrônicos.
O ato de vender ou comprar pela internet é em si um bom exemplo de comércio eletrônico. O mercado mundial está absorvendo o comércio eletrônico em grande escala. Muitos ramos da economia agora estão ligadas ao comércio eletrônico.
Seus fundamentos estão baseados em segurança, criptografia, moedas e pagamentos eletrônicos. Ele ainda envolve pesquisa,desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte.
Através de conexões eletrônicas com clientes, fornecedores e distribuidores, o comércio eletrônico incrementa eficientemente as comunicações de negócio, para expandir a participação no mercado, e manter a viabilidade de longo prazo no ambiente de negócio.
No início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com produtos como CD's, livros e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar seus clientes dessa nova maneira.
Histórico
O significado de comércio eletrônico vem mudando ao longo dos últimos 30 anos. Originalmente, CE significava a facilitação de transações comerciais eletrônicas, usando tecnologias como Eletronic Data Interchange (EDI) e Eletronic Funds Transfer (EFT). Ambas foram introduzidas no final dos anos 70, permitindo que empresas mandassem documentos comercias como ordem de compras e contas eletronicamente. O crescimento e a aceitação de cartões de créditos, caixas eletrônicos, serviços de atendimento ao cliente (SAC) no final dos anos 80 também eram formas de CE. Apesar de a internet ter se popularizado mundialmente em 94, somente após cinco anos os protocolos de segurança e a tecnologia DSL foram introduzidos, permitindo uma conexão contínua com a Internet. No final de 2000, várias empresas americanas e européias ofereceram seus serviços através da World Wide Web. Desde então, as pessoas começaram a associar à expressão ‘comércio eletrônico’ com a habilidade de adquirir facilidades através da Internet usando protocolos de segurança e serviços de pagamento eletrônico.
Modelo Integrado do Comércio eletrônico
O Modelo Integrado de Comércio Eletrônico possui várias subdivisões do ambiente do CE e da sua integração com o ambiente empresarial. Este modelo enfatiza seus aspectos, valor, benefícios estratégicos e contribuições para o sucesso das organizações:
• Políticas e regras públicas: Estão relacionadas com os aspectos legais de regulamentação dos setores e mercados e das normas oficiais;
• Políticas e padrões técnicos: Estão relacionados com os aspectos de padronização para a compatibilização dos componentes do ambiente técnico, políticas de tratamento e comunicação de informações;
• Infovia Pública: É a rede formada tanto pela rede mundial Internet como pelos serviços on-line que tenham ligações com esta, sendo que a ênfase é no acesso livre e de baixo custo, e na integração entre os vários ambientes sem nenhuma restrição, incluindo desde os terminais mais simples de acesso até meios de comunicação mais sofisticados para grandes volumes de informações.
• Aplicações e Serviços Genéricos: são aqueles oferecidos pelo ambiente, através dos seus provedores, serviços on-line e fornecedores, disponíveis a todos, tais como correio eletrônico, transferência de arquivos, salas virtuais, algoritmos e softwares de criptografia;
• Aplicações de Comércio Eletrônico: São aquelas desenvolvidas com base nas camadas anteriores e que atendam as necessidades de uma organização ou grupo delas, tais como home banking.
Para saber mais sobre os tipos de comércio eletrônico, clique aqui
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Você sabia dessa proeza?
Pesquisando sobre assuntos para postar aqui, do nada acabei encontrando um muitíssimo interessante. Bom, se você é da área de TI (Tecnologia da Informação) deve saber o que é o Porto Digital, mas quem não é e ainda faz parte do pólo Sudeste do país talvez nunca tenha ouvido falar.
O Porto Digital é um pólo de desenvolvimento de softwares localizado em Recife, PE. Foi criado a quase 10 anos e possui um desenvolvimento acima da média nacional. Com uma infra-estrutura apoiada em 100 hectares, com 8 Km de fibra óptica e 26Km de dutos, desenvolve softwares para mais de 300 clientes desde o setor privado e multinacionais como a Motorolla e Nokia até mesmo para o setor público como a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária) e o Banco Central.
O crescimento do Porto Digital se deve ao fato de mais de 120 empresas estarem presentes no pólo, todas com patrimônios bem estruturados. Não obstante a presença de um grande número de faculdades com o curso de Ciência da Computação presentes no Estado facilitou o desenvolvimento. Recife está entre os maiores desenvolvedores de linguagem JAVA e é o único Centro Mundial de Excelência na Plataforma Java (C.E.S.A.R) e a Nokia, com Instituto Nokia de Tecnologia , quer tornar a região um referencial no desenvolvimento de aplicativos para Smartphones.
Possui o lado social com a Organização Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD) auxiliando na capacitação profissional de jovens e inclusão social na periferia de Recife. Além disso, existe também o lado de politicas internas para incentivo ao investimento, chegando a isentar empresas em até 60% do ISS.
Home Broker: negócios com ações pela internet batem recorde no país
O sistema Home Broker, que começou a ser utilizado no Brasil há cerca de sete anos e que permite ao investidor aplicar em ações sem sair de casa ou do trabalho, atrai cada vez mais investidores no Brasil, em especial, nos grandes centros urbanos.
Segundo dados da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em 2006, o volume médio mensal de negócios cresceu 82,08%, passando de R$ 3,3 bilhões para R$ 6 bilhões. A média mensal do número de negócios subiu 78,47%, de 421,6 mil operações para R$ 752,4 mil. Já a média mensal do número de investidores aumentou 78,71%, passando de 34.843 para 62.266 acessos ao sistema.
Em dezembro, o Home Broker registrou mais cinco recordes históricos: volume total mensal, com R$ 7,8 bilhões; volume médio diário, com R$ 411,9 milhões; média diária de negócios, com 48.033; participação no número de negócios da Bolsa, com 25,57%; e investidores com ofertas colocadas, que chegou a 78.211.
A participação no volume da Bolsa apresentou pequeno recuo, ficando em 7,76%, ante o recorde de 8,15%, alcançado em novembro. O mesmo ocorreu com a média por negócio, que ficou em R$ 8,5 mil, ante os R$ 8,6 mil de novembro.
Em abril de 1999, apenas seis corretoras operavam com Home Broker. Hoje, são cerca de 50. Ainda assim, conforme lembra Marcelo Smarrito, diretor de marketing da corretora Ágora, "somente em 2002 é que a Bovespa começou a disponibilizar o canal para os investidores". De lá para cá, o crescimento tem sido exponencial. O volume negociado on line, que em 2003 era de R$ 10,6 bilhões, pulou para R$ 39,6 bilhões, em 2005.
Existe uma adesão cada vez maior das pessoas, experimentando a possibilidade de investirem no longo prazo, comprando ações através da internet. E esse cenário, a partir de 2005, tornou-se mágico, com a maturidade do mercado, das empresas e com as boas perspectivas da economia brasileira. O momento atual é o ideal para se investir, mas com muito critério e cuidado — aconselha.
A principal vantagem do Home Broker é a facilidade: o investidor não é obrigado a se dirigir a uma corretora para fazer suas movimentações. Para isso, basta se cadastrar em uma corretora e enviar as ordens de compra ou venda pela internet.
É uma alternativa segura porque, hoje, todas as operações de compra e venda de ações são on line ou seja, através de sistema eletrônico e não mais pelo pregão viva-voz. Então, quem não operar via Home Broker, terá de manter contato via telefone, ou por outro meio, com o seu corretor, para que a compra ou venda seja realizada.
Além dessa comodidade, o investidor conta com outros aspectos positivos como rapidez, segurança - nunca houve invasão de hackers no sistema - e descontos ou mesmo ausência de cobrança de corretagem, que é a taxa cobrada em operações de compra e venda de ações feita por intermediários.
RAPIDEZ - Em média, apenas alguns segundos após o envio de uma ordem ao mercado, já é possível saber se a compra ou venda foi efetuada. E, praticamente, logo em seguida - dependendo do processamento interno da Bovespa -, também se pode obter a fatura de compra e de venda, e saber o saldo saldo em conta corrente. Tudo com a maior segurança e com custo extremamente baixo.
RISCOS - Os riscos de operar via home broker são os mesmos inerentes ao mercado de ações; ou seja, ações são ativos de renda variável e, portanto, não oferecem ao investidor uma rentabilidade garantida, previamente conhecida. Assim, por não oferecerem uma garantia de retorno ao investimento, esse é um investimento considerado de risco.
RENTABILIDADE - A rentabilidade dos investidores é composta de dividendos ou participação nos resultados e benefícios concedidos pela empresa emissora, além do eventual ganho de capital advindo da venda da ação no mercado secundário (Bolsa de Valores). O retorno do investimento dependerá de uma série de fatores, tais como o desempenho da empresa, e comportamento da economia brasileira e internacional, entre outros.
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Blog description: Blog created and maintained by students from Brazilian Federal University of ABC (UFABC) for Cyberculture class. The University is located in the city of Santo André, on the metroplotian area of São Paulo, also known as "Great São Paulo" or "Great ABC". Our blog' propose is to set a debate about the economy and commerce behavior on the virtual space.
The most part of our posts have been done in portuguese, however this blog is relatively new and so far we haven't worked much on it yet. From now on we plan to set a few posts in english and soon we expect to have a whole english version of it. Check out for new posts and enjoy it!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
A internet modificando a forma de comprar e vender produtos
Desde o surgimento do computador, a internet é a tecnologia que anuncia mais mudanças nos negócios. Por meio da internet, tudo se move mais próximo e simultaneamente, resultando em tempo de resposta, distâncias e custos próximos a zero, e o seu valor é justamente a sua capacidade de proporcionar acesso imediato à informação.
De fato, a internet viabiliza o chamado ambiente digital, que permite a realização eletrônica de negócios, como o comércio eletrônico, ambiente este que vem modificando a operação de comprar e vender produtos. Na era industrial, o foco era a aplicação do conhecimento para maximizar a produção e reduzir os custos, na economia digital, o foco é fornecer ao consumidor a maior quantidade de escolhas. Estas escolhas podem se manifestar através de produtos ou serviços. No caso dos produtos virtuais, fica difícil diferenciá- los dos serviços virtuais, dada a característica da intangibilidade, presente em ambos. Serviços no ambiente digital podem ser exemplificados pelos sites que oferecem soluções em TI como faz a microsoft, a Sun, a IBM entre outras. Já o comercio de produtos possui todos seus agentes na versão digital ou física. Por exemplo, uma loja de tijolos é física, mas uma loja de tijolos na Web é digital. Um jornal impresso é um produto fisico, um jornal em versão on line é digital. Por fim sabe -se que há diversas alternativas quando o assunto é economia digital, podemos comprar um produto numa loja virtual, mas que receberemos algo físico, em alguns dias em nossa casa, assim como podemos comprar algo numa loja virtual, que em poucos minutos carregaremos em nosso PC e estaremos usando, ou seja, completamente virtual.Fonte http://www.buscalegis.ufsc.br/arquivos/27-3.pdf
Sem incentivar, apenas apresentando os fatos
Como diz na apresentação desse blog, estamos aqui apenas para debater a econômia e o comércio nos espaços virtuais e jamais para influenciar as pessoas na decisão de comprar ou não pela internet. Até porque isso não se faz necessário.
Segundo o Jornal Folha de São Paulo de 17 de março de 2009, em 2008 as compras pela internet somaram R$ 8,2 bilhões, o que representa um aumento de 30% em relação ao ano anterior. Segundo a mesma pesquisa esse número significa que, no ano passado, cerca de 13 milhões de brasileiros compraram algo pela internet pelo menos uma vez. A média do valor das compras realizadas foi de R$ 328. Mas calcula-se que no período do Natal, esse montante tenha aumentado para R$ 436, o que totalizou faturamento de R$ 1,25 bilhão para as compras virtuais. Em 2009, mesmo vivendo esse periodo de crise, a tendencia é um crescimento, um pouco mais sutil, do numero de vendas no espaço virtual. Segundo o diretor da empresa E-bit (empresa que realizou a pesquisa), Pedro Guasti, o e-commerce é um setor maduro na economia e deve apresentar números menos chamativos do que nos anos anteriores. Mesmo assim, a expectativa de crescimento para 2009 é de 20% a 25%, um cenário muito positivo se compararmos com a realidade mundial. O E-bit apurou que os livros continuam sendo o principal produto adquirido por quem compra na internet. Na segunda colocação estão os artigos de saúde, beleza e medicamentos, seguidos por itens de informática, eletrônicos e eletrodomésticos. Ainda segundo a pesquisa, o consumidor de internet também está mais maduro. Cerca de 19% dos que compraram on-line em 2008 tinham mais que 50 anos. É de conhecimento de todos (ou deveria ser) que o Brasil é um país com muita desigualdade em todos os sentidos, seja ele financeiro, cultural, religioso etc, e não se pode ignorar o fato de que muitas pessoas não tem acesso a esse tipo e as vezes a nenhum outro tipo de comércio, pelo simples fato do poder aquisitivo de muitos brasileiros não dar conta nem de manter as necessidades básicas de cada um. Mas o crescimento do comércio virtual nesse país das desigualdades está aí para todos verem, e também deixamos bem claro mais uma vez que "Não estamos aqui para incentivar esse tipo e nenhum outro tipo de comércio, apenas estamos apresentando os fatos que tornam o e-commerce uma via que cresce em popularidade e se torna uma via interesssante seja para quem quer comprar ou para quem enxerga uma oportunidade de negócio."
terça-feira, 14 de abril de 2009
Consumismo
O consumismo é uma compulsão caracterizada pela busca incessante de objetos novos sem que haja necessidade dos mesmos. Após a industrialização, criou-se uma mentalidade de que quanto mais se consome mais se tem garantias de bem-estar, de prestígio e de valorização, já que na atualidade as pessoas são avaliadas pelo que possuem e não pelo que são.
Uma pessoa pode ser considerada consumista quando dá preferência ao shopping a qualquer outro tipo de passeio, faz compras até que todo o limite de crédito que possui exceda, deixa de usar objetos comprados há algum tempo, não consegue sair do shopping sem comprar algo, se sente mal quando alguém usa um objeto mais moderno que o seu, etc.
O consumismo é fortemente induzido pelo marketing que consegue atingir a fragilidade íntima das pessoas e este é um dos motivos pelos quais o sexo feminino é mais propenso à compulsão. Para a psicanálise, o marketing interfere na diferenciação do que se deve ou não comprar, tornando assim as pessoas incessantemente descontentes buscando nas compras algo que as conforte. Essa compulsão leva as pessoas a desprezarem seus valores e sua situação financeira e as mantêm em estado de fascínio e até de hipnose. Muitas pessoas destroem seu casamento ou outro tipo de relação e ainda se colocam em difíceis situações devido às más condições financeiras provocadas por tal compulsão.
É importante lembrar que nem todas as pessoas que consomem muitos supérfluos são consumistas. Pessoas com bom poder aquisitivo que não sacrificam suas vidas para ir às compras não são necessariamente consumistas compulsivas.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Economia Gratuita
A minimização dos custos de infra-estrutura digital, como preços de armazenamento de dados e de conectividade, tendendo os custos a zero, tem permitido que os produtos digitais sejam oferecidos gratuitamente na web, surgindo assim a chamada Economia Gratuita.
Os serviços online podem atingir uma enorme quantidade de pessoas com um custo por usuário praticamente nulo, com isso os serviços conseguem virar totalmente gratuitos.
Mas o que torna essa tendência da economia gratuita em uma oportunidade para expandir os negócios na Internet?
Ao oferecer um produto ou serviço gratuitamente, é possível criar novas demandas que supririam os custos. Como exemplo mais comum temos a publicidade.
Muitos autores e músicos têm utilizado a economia do "grátis"como forma de publicidade, disponibilizando capítulos de livros e álbuns musicais inteiros para download de maneira a divulgar seu trabalho, aumentando assim a venda de livros e de ingressos para shows.
Muitos se perguntam o que faz da Google um dos maiores portais de serviços da web.
Afinal, quem é que paga as contas da Google, já que a maioria dos serviços online fornecidos por esta empresa são gratuitos?
Isso mesmo... a publicidade online proporcionada pela Economia Gratuita.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Você entende a economia?
Para entender como a economia funciona primeiramente é necessário saber o que é a economia!
O termo economia provém das palavras gregas oikos (casa) e nomos (leis, regras, costumes) surgindo assim o termo "regras da casa".
Uma das definições mais utilizadas é a formulada por Lionel Robbins que diz que a economia é "a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos."
Sabemos bem que de fato o homem tem um número ilimitado de necessidades a serem satisfeitas, algumas necessariamente essenciais (alimentação, moradia, saúde, etc) já outras não tão cruciais, mas que mesmo assim são busca constante pelos homens em satisfazê-las. Para isso o homem se utiliza de recursos, tanto naturais como artificiais, mas que não são ilimitados como suas necessidades.
A escassez de recursos primordiais faz o homem procurar por usos alternativos. Se não houvesse escassez de recursos ou se houvesse usos alternativos para todos os recursos escassos não haveriam problemas econômicos, mas como sabemos não é o que ocorre.
A escolha de como utilizar os recursos e seus usos alternativos é o que interfere diretamente na economia. As decisões financeiras variam muito conforme o contexto social atual, como política, guerras e crises, por isso a economia é considerada por muitos como instável, pois um recurso hoje provavelmente não valerá o mesmo amanhã.
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sábado, 28 de março de 2009
Compra aí minha gente!
Realmente o comércio eletrônico está visivelmente se ampliando e o mais legal é que ele não está restrito apenas a classe A. Pesquisa realizada pelo Data Popular (Empresa que pesquisa o mercado popular brasileiro) com 900 paulistanos de diferentes classes demonstraram que 68% das pessoas da classe A possuem cartão de crédito e realizam compras pela internet, no entanto essa classe é muito pequena e em números absolutos a representação das classes C,D e E tem mais pessoas comprando na internet, o que mostra a acessibilidade dessa grande parcela da população a internet,seja em casa ou em lan houses, e a expansão do uso do cartão de crédito, juntando o meio de compra com a forma de pagamento mais usada. No momento o principal fator que dificulta o comércio eletrônico para os consumidores C,D e E e que são mais novos no meio virtual é a falta de confiança nos sites, por problemas de clonagem de dados e a falta de assistência da empresa caso ocorra algum problema na venda, pois ele não tem uma referência física (uma loja por exemplo) para reclamar pessoalmente. Para evitar tal problema, estão sendo utilizados estratégias chamadas de multicanal, onde uma loja que já existe no comércio real e normalmente é popular, também possui uma rede virtual de lojas e caso haja alguma reclamação a fazer é só se direcionar a loja física.
Fonte: Notícias da Rede Band News
segunda-feira, 23 de março de 2009
Comércio na Internet
Há muitos benefícios em levar-se um negócio para internet. Um website pode oferecer personalização, serviço de alta qualidade ao cliente e um melhor gerenciamento de informações entre empresas, consumidores e fornecedores, mas ainda existe uma barreira para que algumas empresas invistam em projetos on-line e digitais, devido a falta de informação, pelo medo de não saber se o investimento terá retorno, levando a uma pergunta: A Internet vende? E a resposta é "não", a Internet não vende, mas as pessoas compram cada vez mais por meio dela.
Devido às facilidades que a internet traz às pessoas que tiram proveito das utilidades que ela oferece, com uma série de facilidades e opções de se conseguir aquilo que se busca com menos esforço, mais agilidade, menos tempo e mais informação.
As empresas que optam por expandir seus negócios através do meio virtual, ou on-line, conseguem atingir um mercado maior, prospectanto clientes de regiões mais distantes da sua área de atuação, conseguem interagir e mostrar seus produtos e serviços, bem como a imagem da empresa para clientes e fornecedores com maior facilidade.
Saiba mais sobre esse artigo clicando neste link: http://imasters.uol.com.br/artigo/8196/ecommerce/comercio_na_internet/